Das coisinhas, tentadoras, que não foram convidadas a sentar à mesa nas recepções. O cotovelo é requisito, obviamente, e sabemos disto desde muito tempo, sendo a primeira. Mas tem outras tantas que não compõem a mise en place, leia-se, arrumação dos utensílios e instrumentais de refeição nos salões. Em miúdos, aquela disposição harmônica onde tudo está perfeito, como nos hotéis cinco estrelas mundo afora. A segunda é a bolsa. Por mais clutch ou carte ira de mão, não deixe escapar do próprio colo, e depois dele, somente até o assento da cadeira ou sob a mesa, com os devidos atracadores de suspensão. De dentro delas, aliás, nada deve sair. Se ali chegaram ali serão mantidas, por mais sofisticado que o porta-batom for, o design da cigarreira, e os correlatos embutidos antes de sair. Aliás, a terceira coisinha costuma emergir dali: o celular. Se à orelha não é conveniente, porque afinal se está numa roda de convivência presencial, imagina concorrendo com talheres e taças, à vista e à mostra de todos os comensais. O convite da festa, se é que você ainda integra o microscópico núcleo de pessoas que os, é a quarta coisa que não se põe, e neste caso se deixa, em cima da mesa. Nem ele, nem o livreto da missa que antecedeu o jantar, o encarte com a poesia que foi lida e dist ribuída aos convidados do almoço, etc Isto se guarda e se leva, por educação, nem que seja até a lixeira, fora do ambiente do Evento. Aliás, aproveita e joga fora o costume, a quinta coisinha, de levar essas coisas à mesa. Vai fazer toda a diferença na que vier a ocupar, nas salas e nos salões em que tomar parte. Você integra a lista de convidados. Essas coisinhas, não.

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