Não permita que você seja subserviente de você. O auto perdão está diretamente ligado com a auto aceitação e, também, com um nível de auto exigência elevado, que por alguma razão você entendeu que precisa ser perfeito.

Aprenda a tirar o chicote de sua própria mão em direção a você. Se auto chicotear leva ao desamor próprio. É incrível como esse funcionamento para algumas pessoas acaba virando uma rotina, algo normal e que se imprime na crença que você nasceu para não ter felicidade e prazer na vida.

Tente aprender a pensar e sentir qual é o seu limite. Se questione: Até onde você pode ir sem precisar sentir-se obrigado por você? Se acolha, se acarinhe e se aceite dentro das suas dores e não se exija além da conta, como também, não espere de ninguém antes mesmo de você.

Entenda que ser igual ao outro, as vezes sim é só uma questão de herança genética e perante as leis e normas estabelecidas pelos homens. Mas, a identidade emocional, é infinitamente um diferencial de cada indivíduo. O desejo de se sentir “igual” ao outro apenas leva ao sentimento de inferioridade e inadequação.

Sugiro, então, um exercício de aprender a assumir quem você realmente é. Com acertos e desacertos; prazer e dor; conquistas e frustrações; e por aí vai. Viver é estar em movimento de cair e erguer-se. São essas lições valiosas diante da vida que nos tornam maduros e nos fazem uma pessoa melhor. Tente falar e usar como um mantra: “Eu recebo a dor, eu me perdoo por isso! Eu recebo amor, porque eu mereço isso.”

 

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