“Rá-Tim-Buuuuuuuuuuum!” Não é porque acabou o parabéns que o bolo se apaga junto com a vela. E ao bolo nada? Tuuuuuuuudo! Experimenta convidar à mesa, oferecer um menu incrível e deixar o “É big! É big! É big!” para depois do jantar… Vai ser perfeito. Porque bolo não é antepasto, que se come antes, tampouco prato principal, para figurar como pièce de résistance. É sobremesa. E, portanto, deve ser parte integrante dessa ala de serviço, individualmente ou acompanhado por outras doçuras que figuram nas mesas do gênero. Se a tradição consolidou a versão duas mousses, três flans e uma torta, o refinamento gastronômico aposta no bolo por sobremesa única, acompanhado de opções de cauda dos mais irresistíveis sabores. É go urmet! É chique! É contemporâneo! Além de proporcionar experiências de interação entre os convivas pela combinação perfeita. Antecipa o serviço de jantar e reserva aos parabéns, e ao bolo, em seguida, um momento cheio de circunstância, digno do simbolismo da vida, pois é isto que ele representa, desde a Grécia antiga, quando produzidos com pão e mel para a Deusa Artemis, da fertilidade. Faz ainda enorme diferença quando a fumaça da vela apagada subir a caminho do universo com as melhores energias de seus amigos em volta, sem que eles te deem as costas desesperadamente para recorrer ao buffet que, aliás, já está servido, encerrando esta doce crônica porque rabo de fila ninguém gosta. Nem eu!

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