Ela inspira cuidados médicos. É o assunto da roda. Segundo o relato à direita, sob um quadro delicado. Do ponto de vista à esquerda, encontra-se internada em estado grave. Duas posições seguintes, quer para um lado, quer para o outro, ela só piora. Ao que caminha para a ponta da mesa, já está entrando em coma. Se chegar, dificilmente será com vida. Ainda bem que mesa de restaurante dificilmente extrapola quatro lugares, contendo tamanho infortúnio. E se nãohá bem que não se acabe para os pessimistas de plantão, não há mal que sempre dure no positivismo de quem torce pela felicidade alheia. Era o caso dela. Fez apenas visita de cortesia no hospital, sendo vista de longe por uma “amiga” que passava em frente e tratou de espalhar a especulação súbita durante o almoço das amigas. Por essas e por outras que todo mundo passa bem até que se demonstre um boletim médico; O anel de rubi não rumava ao anelar da loira espetaculosa, se não apresentado o recibo de compra da joalheria;O dinheiro não serviu à contingência da reclamação de paternidade, a menos que o gerente do banco apresente um extrato detalhado; Se o vídeo documentaras cenas íntimas, o garotão cheio de vitalidade era o sobrinho e não o fetiche do enrustido pai de família; Se era ménage, então dois dos três podem confirmaro que houve entre quatro paredes; E, mesmo sendo o médico do laudo, o joalheiro do anel, o gerente do extrato bancário, o cinegrafista do vídeo, a camareira do motel de luxo ou o integrante da transa à três, mesmo assim,eu não acredito! E que você nunca tenha a necessidade de entender o motivo…

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