Estar conectado é viver no mundo globalizado. Porém, ficar ligado praticamente o dia inteiro traz consequências graves para a saúde física e emocional. Como dores musculares, cefaleia, perda ou excesso de apetite, insônia, estresse, isolamento, intolerância, mal humor, entre outros sintomas comprometedores.

Vamos combinar que é praticamente impossível imaginar o mundo hoje sem tecnologia. O que era privado se transformou em público. Essa nova forma de ver o mundo pode nos tornar “on line” ou “ilhados”. Podemos estar nos campos de futebol, nos templos religiosos, nas sessões de psicoterapia, no elevador, em qualquer lugar, com a nítida sensação de estarmos acompanhados, só que não!

Somos bombardeados com jogos, informações, memes, aplicativos, amigos e convites virtuais, entre outros estímulos e não nos damos conta de tudo isso. Nesse contexto, o limite é o grande desafio.

Nos deparamos com pessoas que usam o celular o tempo todo, porém, algumas delas possuem o controle da situação, outras não, colocando em risco outras atividades necessárias por estar focada no que está acontecendo no mundo virtual, onde o outro é o ator principal e você, mero coadjuvante.

Você sabia que um levantamento realizado pelo IBGE aponta que cerca de 70% da população brasileira acima dos 10 anos de idade possuem telefone celular? É porque os mais jovens, com idade entre 13 e 18 anos, são os mais propensos a desenvolver dependência física, psíquica e social pela plasticidade do cérebro. E nesta fase, as funções cerebrais estão em desenvolvimento e a opinião dos outros, ainda é muito influente.

Sugiro então, monitorar o uso do celular, tablet, PC, entre outros recursos tecnológicos, para que ao invés de ficarmos “on line” não ficarmos “ilhados” de todos e do mundo.

Além do grave problema que é o uso abusivo desses recursos, corremos o risco de desenvolver transtornos e sintomas, conhecido como nomofobia, cuja a origem da palavra vem do inglês , “no mobile phobia” (medo de ficar sem o celular). Nesse caso, o excesso não está relacionado ao tempo em que a pessoa fica no aparelho, mas aos prejuízos que o uso acarreta na vida.

Como ninguém é de ferro e o objetivo não é fazer terrorismo, e sim, provocar uma reflexão a respeito do tema, lance uma pergunta a você, observe e reflita como estão os vínculos com as pessoas mais próximas? Se para você estiver difícil, angustiante e penosos, ligue o alerta, pode ser que você  esteja “ilhado” pelo uso excessivo da tecnologia. Fica a dica!

Smartphone obsession causing problems in marriages

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