O medo é uma reação do cérebro a partir de um estímulo de estresse que provoca uma liberação química que altera a frequência cardíaca, respiração e enrijece a musculatura.

Vivemos com medo frente aos desafios da vida contemporânea que nos assombra, nos leva ao limite, nos impede de uma vida digna e adoece a alma. E nessa dinâmica, muitas vezes se traduz em emoções geradas pela crença social. Isso mesmo, somos vítimas de uma sociedade globalizada.

Medo de morrer, de sair na rua e de ser assaltado, de perder o emprego, do abandono, de ficar doente e não ser assistido, enfim, medo de toda direção. O medo sempre está associado ao mal e ao “Não” diante da vida. Ele se constrói na ameaça de uma perspectiva negativa social.

O medo se sustenta no sacrifico da liberdade do ser humano produtivo, na existência de um funcionamento pleno, como também, na angústia de ser aceito na sociedade que o exige, além do que ele pode dar.

Nessa perspectiva, o indivíduo vem pagando um preço aterrorizante para viver, diante de tanta imposição, na incerteza entre o temor e a esperança, “arrastando correntes” desgovernando as emoções e se sentindo desorientado mentalmente e fisicamente.

Embora o medo seja da ordem do dia, sugiro que o indivíduo não se envolva ao ponto de perder o sentido da vida. A sociedade vive de fato momentos sombrios, mais a capacidade do raciocínio lógico, a intuição, as crenças positivas e a esperança, são recursos que só pertencem ao ser humano e é o que nos diferencia das outras espécies.

Então, mãos à obra, tente resgatar todo o repertório de pensamentos bons e reais e faça uma conexão proporcional com as emoções, use a intuição. Tente viver com um pé na esperança e o outro na cautela e siga a vida com mais leveza, saúde e liberdade!

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