shutterstock_439348192

Independente de haver diferença na relação pai e filho e mãe e filho, essa desigualdade precisa ser estimulada. Afinal os pais não são mães, são pais e estão cada vez mais participativos e gostando de realizar atividades com os filhos.

E o mais bacana nessa história, é que muitos filhos estão sendo inseridos também no jeito de ser do pai. Através de programações diferentes, divertidas, com compromisso, responsabilidade e parceria.

Muito se discute sobre fórmulas mais adequadas para estreitar os laços afetivos na relação pai e filho como se fosse uma receita de bolo. Algumas mães até tentam impor, mas independente disso, vivendo juntos ou não, a presença da figura paterna é essencial  na estrutura de personalidade dos pequenos.

A geração de “pães”, ou seja, mãe que acumula a função de pai ao mesmo tempo, mesmo que, algumas vezes se faz necessária, pode não ser suficiente ao desenvolvimento da criança.

Embora há mulheres que possam se sentir auto suficientes na educação do filho, excluindo os pais, voluntariamente ou não, a presença paterna desperta na criança o sentimento de segurança, autoridade, auto estima funcional, independência e estabilidade emocional.

O pai vai ser aquele que irá estimular a criança a não fazer uma relação absoluta com a mãe. Vai inserir o pequeno no convívio social fazendo com que a criança aprenda a dividir esse amor pela mãe com outras pessoas. Ensinando desde cedo ao filho, aprender a lidar com seus desejos de forma menos confusa e organizada.

Um forte abraço!

About The Author

Envie seu comentário

Seu email não será publicado.