Trump? É Hillary! Foi assim que os postulantes a presidência dos Estados Unidos, já na qualidade de ex-adversários de campanha, trocaram comunicação ao telefone, minutos após a totalização dos votos na corrida pelo comando da Casa Branca. Ela, vitoriosa em número de votos cumprimentou a ele, proclamado vencedor pelo sistema de contagem dos delegados que estrutura o pleito americano, reconhecendo o êxito nas urnas. Prontamente, como manda o protocolo e imediatamente, tal e qual recomenda a postura pública. Deixar para depois, inspiraria um rol de conjecturas nada gentis, similar a quando se recebe um convite incrível e a fadiga social impede de acusar o recebimento e, sobremodo, confirmar a presença. Idênticas hipóteses transcorrem ao deixar o agradecimento para amanhã, quando o sono toma e a tardia hora desperta, sem ânimo para registrar ao anfitrião, aflito do lado de lá, pelas melhores impressões. Análogas suposições para tantos outros cenários da vida coletiva em que “imediatamente” é basilar para manter o seu nome no páreo, ganhando ou perdendo, mas aprendendo a jogar. Vitória? Demonstrou Hillary! Nem sempre é de quem foi proclamado vencedor, mas vitorioso será, quem dispõe do prestígio de ser proclamado por, e em qualquer ambiente; em qualquer situação. As salas e os salões que o digam. Tem algo por aí que deixou de reconhecer? Corre… Dá tempo! Desde que, imediatamente.

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